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Africanidades: A cultura negra na sala de aula

Entidades ligadas à educação e à cultura organizam uma série de oficinas que se realizarão no Instituto de Educação de Nova Friburgo – IENF, entre os dias 07 e 28 de julho.

Confira a programação no banner de divulgação abaixo (clique para ampliar)



A inscrição é gratuita para profissionais da educação filiados ao SINPRO ou ao SEPE.

Baixe aqui a ficha de inscrição e, depois de preenchida, enviei para o e-mail
assuntoseducacionaiseculturais@gmail.com
(o período de inscrições vai do dia 27 de junho até 1º de julho)

Outras informações podem ser obtidas através do telefone (22) 2523 8490, das 13 às 17h com Marília Formiga.
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Atenção professores da UNESA Friburgo

Colegas professores da Universidade Estácio de Sá, campus de Nova Friburgo:

Colegas professores da Universidade Estácio de Sá, campus de Nova Friburgo:
O Sinpro de Nova Friburgo e Região foi informado de que todo o processo de negociação em torno da campanha salarial 2016 está suspenso até se resolver a questão da compra (ou fusão) da Estácio pela empresa Kroton/Anhanguera, multinacional do ensino privado. Diante desse quadro, o SINPRO está propondo a realização de uma assembleia na próxima terça-feira, dia 21/06, às 17:00, na sede do Sindicato, na Av. Alberto Braune, 88 - Galeria São José - Ed. Tânia, sala 210 - Centro de Nova Friburgo.

Aproveitamos para reproduzir abaixo Nota do Sindicato dos Professores do Rio sobre a situação atual do Ensino Superior Privado, em especial sobre o caso da possível compra da Estácio por uma megagigante do setor.

Atenciosamente,

DIREÇÃO COLEGIADA DO SINPRO DE NOVA FRIBURGO E REGIÃO


* *

Nota do Sinpro-Rio: "A Educação Superior continua sendo mercadoria"

13/06/2016

Educação Superior Privada, por trás dos discursos dos relativos bons salários, se escondem velhas praticas conservadoras quando do trato com os seus profissionais, principalmente na hora do reajuste salarial: discurso de uma crise que não tem fim, inadimplências dos alunos, falta de apoio de políticas governamentais, entre outras mazelas por eles alegadas. Armadilha pronta para justificar o descumprimento das leis, principalmente no trato com as questões trabalhistas, centrado no desrespeito com a carga horária contratada dos professores, com reduções que chegam ao que se denomina “carga horária zerada”.

A pergunta que não quer calar: onde fica a qualidade da educação que estas instituições tanto alardeiam para vender seu produto? Fica evidente que, que para a sobrevivência econômica desse modelo, a educação é tratada como mercadoria, através da oferta de um ensino pasteurizado que tenta se sustentar à base do financiamento público através do PROUNI e do FIES e mesmo de uma EAD (Ensino à distância) trivializada, destinada a oferecer aos estudantes, em sua maioria de baixa renda.

Educação como serviço e não como direito

Excetuando-se as chamadas IES comunitárias, vocacionais e às fundações de direito privado, o que resta é um setor voltado para extrair lucros que beiram aos bilhões, utilizando a venda de “serviços educacionais” tocados por empresas que tratam a educação como serviço e não como direito e obrigação de Estado. Atualmente, a Educação Superior Privada detém 75% das matrículas através de grupos educacionais de origem nacional e internacional que atuam no país, com destaque para: Abril Educação, Anima, Estácio de Sá, Kroton/Anhanguera, Laureate, Ser Educacional, Unip, Uninove, Unicsul e Whitney.

É comum grupos nacionais e internacionais envolverem-se em transações bilionárias, como a que ocorreu recentemente com a fusão dos gigantes Kroton e Anhanguera, com um capital de mais de 12 bilhões de reais. E o mais contraditório, segundo dados do próprio MEC é que, cerca de 40% do faturamento desse grupo educacional são provenientes de recursos públicos, frutos das isenções fiscais e de financiamentos obtidos por meio do FIES.

No fundo um modelo engordado com verbas públicas, que já abocanha quase 80% da educação superior no país.

A face oculta da compra da Estácio precisa ser conhecida

E agora, no início do mês de junho, apesar das alegações de crise no setor, a disputa e a concorrência entre grupos se mostra mais agressiva com a proposta anunciada ao mercado: “Kroton prepara oferta para adquirir o controle da Estácio”. Ato contínuo, o Grupo Ser Educacional entra na “jogada”, revelando interesse em adquirir a a Estácio de Sá; parece que se aproveitando de uma conjuntura nacional que se lhes apresenta bastante favorável, pelo menos sob o ponto de vista da grande mídia hegemônica.

Diante deste fato, tanto o movimento sindical quanto a comunidade acadêmica e a sociedade em geral devem se manifestar de forma veemente tendo como referência algumas das seguintes questões:

1) Uma urgente ampliação e canalização de esforços para que se criem processos regulatórios eficientes que inibam a expansão do setor privado da educação superior de forma desenfreada e desqualificada como vem ocorrendo;

2) Ampla discussão junto a todos os fóruns educacionais, políticos e ministério público diante da ausência de regulação por parte do Estado de um setor estratégico, que vem permitindo, cada vez mais, que negociações de instituições superiores sejam feitas através de bolsas de valores, o que descaracteriza a função social, pública e estratégica da educação superior, colocando em risco a formação de toda uma geração.

Quando se pensa no quadro conjuntural para esse setor, a situação se revela muito mais grave, não somente no trato em relação às questões trabalhistas quanto da própria estrutura educacional. Hoje os chamados Fundos de Investimentos em Educação – alocados em grandes empresas educacionais - contratam escritórios de advocacia para intervenções com vistas à sua “reestruturação”, tendo como referência apenas a redução de custos. Nesta história, apostando na impunidade, empurram para a esfera judicial as suas já robustas dívidas trabalhistas e fiscais, obviamente com cortes em relação ao número de professores.

Caberá aos profissionais dos estabelecimentos em questão se preparar para reagir aos ataques aos seus direitos e conquistas que certamente virão, se este negócio bilionário se concretizar.

É PRECISO UM BASTA EM TUDO ISTO!
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#Ocupação no Jamil


Na segunda-feira, dia 18, os alunos do Colégio Estadual Jamil El-Jacik, um dos maiores da cidade, ocuparam a instituição em apoio à greve dos professores estaduais e para reivindicar melhores condições na unidade.

A ocupação é, na verdade, uma “reintegração de posse”, que coloca a escola pública nas mãos de quem realmente dela se serve.

Os alunos têm pautas próprias de reivindicações que vão desde regulamentação do número de alunos por turma ao fim de avaliações externas desconexas da realidade local, além de melhorias nas instalações físicas da unidade. Também são solidários às reivindicações dos professores em greve desde março, bem como aos aposentados, cuja grande parte ainda não recebeu o salário do mês passado.

A ocupação é aberta e uma série de atividades ocorre diariamente no colégio. As visitações podem acontecer ao longo do dia, mas é extremamente importante que doações sejam feitas. Entre as necessidades prioritárias, os alunos pedem a doação de carnes, frutas, legumes e material de limpeza e higiene. Quem puder colaborar pode encaminhar as doações diretamente ao colégio ou deixar na sede do SINPRO, na Av. Alberto Braune, 88 - Galeria São José - Edifício Tânia - salas 209/210.


[+] Visite a página da Ocupação no Facebook: http://www.facebook.com/ocupajamil
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Boletim do SINPRO - Abril de 2016



CAMPANHA SALARIAL DE 2016 

O SINPRO deu início às conversações com o sindicato patronal (SINEPE), para estabelecer as bases do Acordo Coletivo para o período de maio de 2016 a abril de 2017. Lutaremos para que haja a conquista de ganhos reais, para além da recomposição dos salários corroídos pela inflação, bem como na obtenção de novas cláusulas sociais, como o pagamento da hora tecnológica e o respeito ao limite máximo de alunos por turma. Queremos avançar no processo de unificação do piso salarial e de maiores reajustes no piso da Educação Infantil e primeiros anos do Ensino Fundamental, como temos conseguido nos últimos anos. Mas isto somente será possível com a mobilização da categoria e a luta coletiva.

 TODOS À ASSEMBLEIA DIA 16/04 (SÁBADO)! ÀS 10H NA SEDE DO SINPRO


EDUCAÇÃO RJ: Toda solidariedade à GREVE

Frente aos ataques do governo estadual, profissionais da Educação reunidos em assembleias em que compareceram milhares de trabalhadores decidiram pela paralisação de suas atividades a partir do dia 02 de março. Entre as reivindicações da categoria estão a volta do calendário de pagamentos para o segundo dia útil do mês, o fim do parcelamento de salários, o fim dos cortes de verbas para a educação, a criação de concursos públicos para funcionários de apoio.

Escolas estão sem porteiros e funcionários de limpeza que, terceirizados e precarizados, deixaram de receber seus vencimentos há meses e ainda sofrem com ameaças veladas e assédio moral. Há a ameaça da reforma da previdência, com aumento da contribuição de 11% para 14%, podendo chegar a 18%! Para conseguir reescalonamento da dívida com o governo federal, o governo do Estado anuncia também congelamento de salários, proibição de aumentos, reajustes ou quaisquer adequações de remunerações. Aguardam-se ainda iniciativas para ampliar as terceirizações, repassando-se às chamadas Organizações Sociais (OSs) a administração de escolas, a exemplo do que já acontece em Goiás. Na crise criada pelo capitalismo, quem paga o pato é o trabalhador e a população que precisa da escola pública.

O movimento se unifica com todos os servidores do Estado e tem apoio de estudantes e pais. Nosso inimigo é o governo, que quer sucatear a educação pública para favorecer o ensino privado. Educação é direito, não é mercadoria! TODA SOLIDARIEDADE À GREVE DA EDUCAÇÃO ESTADUAL!


TURMAS LOTADAS = MAIS LUCRO PRO PATRÃO, MENOS QUALIDADE NO ENSINO E RISCO PARA A SAÚDE DO PROFESSOR

Várias escolas particulares da cidade têm exagerado (e muito!) no número de estudantes por sala de aula. Na busca pela otimização dos custos, turmas estão sendo formadas com mais de 40 alunos, o que torna impraticável uma educação diferenciada e de qualidade. É um risco à saúde dos professores. Os estudantes e os pais também perdem com a superexploração do professor. Por isso chamamos a atenção para que todos fiscalizem a relação de alunos x turma na sua escola. O Conselho Municipal de Educação, onde o Sinpro tem importante representação, já encaminhou denúncias à Inspeção Escolar do Município e do Estado, assim como ao Ministério Público (Promotoria da Infância e da Juventude). A Lei Municipal Lei Municipal nº 4.395, de 24 de junho de 2015 (Plano Municipal de Educação) estabelece a seguinte relação de número de estudantes x professor por segmento:




No caso de haver mais 50% de alunos, é obrigatório incluir mais um professor em sala de aula, desde que o espaço físico permita, atendendo aos critérios objetivos de ocupação mínima de 1 m² por aluno, descontando 20% para mobiliário e circulação.

Ensino Fundamental: 1º a 3º Anos - até 15 estudantes por turma
 4º a 5º Anos - até 20 estudantes por turma;
6º a 9º Anos - até 25 estudantes por turma
 Ensino Médio: - até 30 estudantes por turma
 Ensino Superior (inclusive EAD): - até 35 estudantes por turma Turmas multisseriadas: - até 15 estudantes por turm
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EM DEFESA DA LIBERDADE DE EXPRESSÃO! DITADURA NUNCA MAIS!


O Sindicato dos Professores de Nova Friburgo e Região – SINPRO – vem a público repudiar a atitude de um pai de aluno em uma das escolas particulares de Nova Friburgo, que ameaçou um professor e diretor do sindicato, por causa de divergências políticas. Neste momento de acirramento dos posicionamentos políticos e ideológicos, em que parte da sociedade brasileira – muitos por desinformação, outros, por convicção – destila seu ódio de classe contra os trabalhadores e defende soluções para a crise política em curso que atentam contra as liberdades democráticas e os direitos individuais e coletivos duramente conquistados após décadas de ditadura, não podemos aceitar e ficar indiferentes a atitudes que põem em risco a integridade física e a vida de qualquer pessoa.

A escalada do pensamento dito de direita e do fascismo é algo extremamente preocupante em todo o mundo e, particularmente, no Brasil. No âmbito da Educação, vimos sofrendo, nos últimos tempos, para além dos ataques promovidos por patrões aos direitos sociais e trabalhistas, a tentativa de castrar a liberdade de expressão no interior das escolas, a exemplo do que é proposto através do movimento conhecido como “Escola sem Partido”.

Redes de intelectuais como o “Todos pela Educação”, o “Instituto Millenium” e a “Escola Sem Partido” atacam professores e professoras que procuram transmitir aos alunos uma visão crítica da realidade. Estes grupos, que se intitulam neutros politicamente, recebem aportes financeiros de grandes empresas como o grupo Abril, a Fundação Roberto Marinho e Fundação Victor Civita, além dos Bancos Bradesco e Itaú. Por trás da falsa neutralidade está o objetivo de tornar a Educação um processo de mera reprodução do sistema vigente, para o que os conteúdos de sala de aula devem ficar circunscritos à formação de força de trabalho embrutecida por cartilhas e telecursos, pronta para ser adaptada ao mercado de trabalho.

Associada a essa lógica mercantilizada da vida, há o crescimento da intolerância em vários níveis, seja ela de cunho ideológico, de classe, raça, gênero ou religioso. Diante deste quadro, o Sinpro de Nova Friburgo e Região manifesta publicamente sua firme oposição a todo tipo de intolerância, opressão e perseguição. Em defesa da liberdade de expressão, ditadura nunca mais!
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SOLIDARIEDADE DO SINPRO DE NOVA FRIBURGO E REGIÃO AO PROFESSOR PIERRE

O Sindicato dos Professores de Nova Friburgo e Região – SINPRO – vem expressar sua irrestrita solidariedade ao companheiro Professor Pierre, diretor do nosso sindicato e vereador pelo Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) em Nova Friburgo. Cumprindo o papel que lhe cabe como parlamentar e, de forma coerente com sua atuação na Câmara Municipal, voltada à defesa dos interesses dos trabalhadores e da população, no último dia 18 Pierre foi a São Lourenço apurar denúncia segundo a qual, no local onde a queda de um barranco destruiu uma escola municipal e um posto de saúde, teria havido movimentação prévia de terra na colina que desmoronou. No entanto, após dialogar com alguns moradores do local, foi agredido verbal e fisicamente por familiares do Sr. Prefeito Rogério Cabral.

O Sinpro de Nova Friburgo repudia firmemente a violência sofrida por nosso colega, que não se justifica em hipótese alguma. Exigimos das autoridades que se faça justiça contra este ato descabido e que se apure a denúncia recebida pelo vereador, para que não saia dos cofres públicos o dinheiro necessário à reconstrução da escola e do posto de saúde, caso se comprove que a terraplanagem feita no terreno foi responsável pelo deslizamento.
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Nota à população

Os serviços públicos não podem parar e os trabalhadores não pagarão pela “crise”!

ESTE É O RIO QUE VOCÊ CONHECE:

• O governo do Rio parcelou o pagamento do salário de novembro dos Servidores;
• O governo do Rio alega não ter dinheiro para pagar o décimo terceiro dos servidores;
• O governo do Rio teve o telefone e gás cortado por falta de pagamento;
• O Estado não paga seus fornecedores e os hospitais, escolas e universidades estão abandonadas (falta de limpeza e manutenção e as crianças recebem biscoito no lugar das refeições);
• O governo do Rio foi um dos que mais fechou leitos públicos do país e entregou unidades públicas de saúde ao setor privado.

MAS ESTE É O RIO QUE VOCÊ AINDA NÃO CONHECE:

• O Rio não valoriza seus servidores. É o Estado que menos gasta com servidores: apenas 29,55% da arrecadação;
• O governo do Rio já gastou bilhões em obras para as Olimpíadas;
• O governo do Rio quer subsidiar 39 milhões de reais à Supervia, que pertence à bilionária empreiteira Odebrecht;
• O governo do Rio só este ano já concedeu mais de 6 bilhões em Isenções fiscais a empreiteiros, banqueiros e latifundiários;
• O governo do Rio arrecada por ano mais de 70 bilhões de reais e esse ano a previsão se manteve;
• O Governo do Rio não deixou de pagar a nenhuma empreiteira;
• O governo do Rio fechou a única unidade de doenças infecciosas no estado e implodiu o IASERJ, patrimônio dos Servidores Públicos;
• O governo do Rio mantém seus apadrinhados comissionados;
• Os servidores estaduais estão até agora (dezembro) com 0% de reajuste.

Onde está a crise? Não se deixe enganar!

Ascierj - Associação dos Servidores da do Controle Interno do Estado do Rio de Janeiro
Asdperj - Associação dos Servidores da Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro
Asproerj - Associação dos Servidores da Procuradoria Geral do Estado do Rio de Janeiro
Asduerj – associação de Docentes da UERJ
Assemperj - Associação dos Servidores do Ministério Público do estado do Rio de Janeiro
Associação S.O.S. Bombeiros
Atfaetec - Associação dos trabalhadores da FAETEC
Coletivo RenovAÇÃO - FAETEC
Exec-Rio - Associação dos Executivos Públicos do Estado do Rio de Janeiro
Fenasempe - Federação Nacional dos Servidores dos Ministérios Públicos Estaduais
Força e Ação - Fórum de Técnico-Administrativos da UERJ
Oposição SINDSPREV
SEPE/RJ - Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação do Rio de Janeiro
SINDALERJ - Sindicato dos Funcionários da Alerj
SINDJUSTIÇA - Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário do Estado do Rio de Janeiro
SINDPEFAETEC – Sindicato dos Profissionais de Educação da FAETEC
SINDSPREV/RJ – Sindicato dos trabalhadores em Saúde, trabalho e Previdência Social do Rio de Janeiro
SINMEDRJ – Sindicato dos Médicos do Rio de Janeiro
STIPDAENIT – Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Purificação de Água e em Serviços de Esgotos de Niterói
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I Seminário Jurídico do SEPE/SINPRO

PALESTRANTES

• A importância da organização sindical e a sua legitimação
Dr. Renato Guimarães Leite Lima

• Direito de Greve: Judicialização X Mobilização
Dr. Ivan Pinheiro (ad referendum)

• A Criminalização dos Educadores e dos Movimentos sociais
Dr. Jorge Bulcão

• O Ataque às Aposentadorias
Drª Iraceli Pereira Soares

28/11 – Sábado - 8:30h
Camara de Vereadores
Rua Farinha Filho, nº50 - Centro.
Inscrições abertas 2523-7046 (SEPE) e 2522-4995 (SINPRO)
(Os participantes receberão certificados)


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Base Nacional Comum: Avanço ou retrocesso?

O SINPRO, em parceria com o SEPE e com o Conselho Municipal de Educação de Nova Friburgo, promove, no dia 30 de outubro, a partir das 08:30h, na Câmara Municipal de Nova Friburgo, palestra sobre os rumos da educação no país.

Clique na imagem abaixo para ampliá-la e conferir a programação do evento.



Para maiores informações – inclusive sobre abono de ponto para participação no evento - , entre em contato através de um dos telefones:
2522 4995 (SINPRO)
2523 3448 (SEPE)
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Solidariedade do SINPRO ao professor Mauro Iasi

O Sindicato dos Professores de Nova Friburgo e Região – SINPRO –, juntando sua voz a de várias entidades associativas e sindicatos de trabalhadores, vem expressar sua solidariedade a Mauro Iasi, professor da UFRJ, ex-presidente da ADUFRJ e dirigente nacional do PCB, que vem sendo alvo, nas redes sociais, de ataques provenientes de grupos da direita fascista que, por meio de vídeos e mensagens de ódio e intolerância ideológica, lançam ameaças à sua vida e de sua família.

O estopim desta campanha de ódio foi o discurso por ele proferido no Congresso Nacional da Central Sindical e Popular Conlutas, em junho deste ano, quando encerrou sua fala citando o poema de Bertolt Brecht “Perguntas a um bom homem”, usando-o como metáfora para afirmar que não há conciliação de classe ou diálogo possível com os grupos conservadores e de direita. A reação extremada de tais grupos só fez confirmar o sentido de suas palavras e do poema de Brecht.

A solidariedade que prestamos reflete ainda a preocupação em garantir que as limitadas liberdades democráticas conquistadas com o fim da ditadura imposta no país a partir do golpe de Estado de 1964 não sejam ameaçadas por aqueles que se dizem saudosos dos tempos de exceção, em que foram práticas comuns a perseguição política e ideológica, a censura, a tortura e todo tipo de crime contra a humanidade. É preciso continuar lutando pela ampliação dos direitos individuais, sociais e trabalhistas e pelos espaços de participação popular em nossa sociedade.

É preciso reagir a esses ataques como se eles fossem dirigidos a todos nós, pois, como alerta Eduardo Alves da Costa, em seu poema “No Caminho com Maiakóvski”:

Na primeira noite eles se aproximam
e roubam uma flor
do nosso jardim.
E não dizemos nada.
Na segunda noite, já não se escondem:
pisam as flores,
matam nosso cão,
e não dizemos nada.
Até que um dia,
o mais frágil deles
entra sozinho em nossa casa,
rouba-nos a luz, e,
conhecendo nosso medo,
arranca-nos a voz da garganta.
E já não podemos dizer nada.
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